Studio Ghibli drawing of a man facing the ocean with open arms, wearing blue shorts, a bright blue shirt, trainers, a beige hat and a backpack.
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Se você procurar online por dicas para homens que viajam sozinhos, vai encontrar praticamente nada. A maioria dos guias fala sobre segurança feminina ou aventuras para grupos e casais, o que é ótimo! Mas… e os homens que querem explorar o mundo por conta própria?


Pois é, bro. Decidi resolver isso. Conversei com verdadeiros ninjas das viagens, homens de diferentes países, idades, origens e trajetórias, e pedi que compartilhassem seus aprendizados e perrengues na estrada.

O resultado é um guia direto ao ponto: cheio de conselhos práticos, reflexões sinceras e até algumas surpresas que você só vai descobrir lendo até o fim.

Aqui estão 9 dicas babadeiras para homens que viajam sozinhos, direto de caras que já estiveram lá, viveram tudo isso e aprenderam uma ou duas coisas sobre o que realmente significa estar na estrada por conta própria.

Uma versão da Ghibli do Dave usando um chapéu e uma camiseta preta, enquanto tira uma selfie com um vombate.
Uma versão Ghibli de Mathieu vestindo uma camisa vermelha sem mangas e shorts jeans na Ilha Phi Phi, Tailândia.
Versão Ghibli de Anoj, usando um moletom preto com capuz e sentado de costas para a câmera no topo de uma montanha.

Apesar de todas essas dicas incríveis, também quis saber de cada um desses homens se eles já haviam sentido medo durante alguma de suas viagens solo.

Cinco deles admitiram já ter passado por situações complicadas, momentos de medo diante da violência ou de um possível assalto. Dois garantiram nunca ter sentido medo algum. Três contaram que o sentimento era mais de apreensão do que de medo, um desconforto natural diante do desconhecido em um novo ambiente. E um deles preferiu não responder.

O medo de ser roubado ou atacado é algo que homens e mulheres compartilham em qualquer viagem. Mas agora, adicione a esse cenário o medo de ter o corpo violado, de perder a autonomia sobre os próprios limites e você começará a entender uma realidade muito mais profunda.

Por isso, brothers, pelo amor de Goku, lembrem-se de tratar as mulheres com bondade e respeito em suas trips. Viajar deve ser libertador, não assustador. Mais mulheres adorariam fazer as malas e pensar: “É só ir!” Se ao menos o mundo fosse um pouquinho mais seguro para que elas tivessem essa liberdade… 🙏🏽

Versão Ghibli de Arnauld, coberto por pó colorido durante um evento na Tailândia.

Manter a mente aberta é a única maneira real de aproveitar uma nova vida em outro país. Quando você encara cada experiência sem certezas ou julgamentos prévios, acaba se conectando de verdade com as pessoas ao seu redor.

A humildade te ensina a valorizar os pequenos momentos da sua jornada e te torna mais acessível. Ela abre portas, aproxima culturas e te mostra que existem infinitas formas de enxergar e construir o mundo.

Versão do Ghibli de Davi, vestindo calças jeans e um casaco preto, posando com os braços abertos na frente da London Eye, na Inglaterra.

Sorrir é uma das maneiras mais simples (e poderosas) de causar uma ótima primeira impressão e abrir muitas portas pelo caminho. Um simples sorriso pode quebrar o gelo das barreiras linguísticas e ainda render aquelas recomendações locais que não aparecem em nenhum guia de viagem.

Além disso, o sorriso é uma ferramenta estratégica em momentos de tensão. Ser educado e acessível ajuda a desarmar conflitos, tornando suas viagens mais seguras, leves e sem dor de cabeça.

E tem ciência por trás disso, viu? Quando você sorri, seu cérebro libera endorfinas, aquelas mesmas responsáveis por te deixar de bom humor e com a sensação de bem-estar. Então, camarada, na próxima aventura, lembre-se: o melhor acessório que você pode levar é o seu sorriso Colgate. 😁

Versão do Ghibli de Abraão vestindo um casaco preto e uma camisa florida, com tranças no cabelo, apontando e sorrindo para a câmera.

O inglês não é a língua franca do mundo à toa. Mesmo em países onde ele não é o idioma oficial, as chances de encontrar alguém que fale são enormes. E quando você consegue se comunicar, o mundo realmente se abre. Você descobre experiências locais, lugares fora do roteiro, eventos culturais e histórias que tornam cada viagem muito mais significativa.

E sejamos honestos: ninguém vive sem dinheiro. Dinheiro traz liberdade: pra ficar mais tempo, explorar mais, comer melhor e criar memórias de verdade, em vez de passar o rolê inteiro contando moedas.

Inglês + dinheiro = flexibilidade. Com essa combinação, você pode trabalhar no exterior, provar comidas incríveis, participar de experiências que custam um pouco mais (mas valem cada centavo) e se conectar com pessoas de maneiras que transformam a viagem em algo muito maior que uma simples fuga.

Versão Ghibli de Nkanyezi*, vestindo uma camisa branca com padrões tradicionais coloridos nas mangas e na gola e óculos de sol arredondados cor-de-rosa, com a mão sobre o queixo.

Baixe aplicativos de compartilhamento de localização, como o Google Maps ou o Find My Friends, para compartilhar sua localização em tempo real com pessoas de confiança.

Informe seus amigos ou familiares sobre seu plano de viagem, incluindo detalhes de acomodação e transporte, e estabeleça check-ins regulares com a frequência que quiser.

Tenha cuidado com quem você compartilha suas informações. Escolha apenas pessoas em quem você confia plenamente, certifique-se de que elas saibam como entrar em contato com você e tenha um plano B caso essas pessoas estejam indisponíveis. Escolha com cuidado quem recebe essas informações e certifique-se de que saibam como contatar você.

Manter-se conectado é uma maneira simples, mas poderosa, de garantir sua segurança e tranquilizar quem se importa contigo.

Versão Ghibli de Max* vestindo um uniforme de chef branco e cruzando os braços, sorrindo suavemente para a câmera.

Antes de viajar, faça sua lição de casa! Pesquise detalhadamente sobre o país que vai visitar: códigos de vestimenta, normas culturais, contexto político e condições de segurança. Quanto mais você souber, mais confiante (e respeitosa) será sua jornada.

Pratique algumas frases básicas no idioma local, verifique os avisos de viagem e as recomendações de saúde e não economize em um bom seguro de viagem.

Confira o clima do destino para arrumar a mala de forma inteligente, especialmente se pretende se aventurar ao ar livre.

E não se esqueça de um plano de segurança: saiba onde estão delegacias, hospitais, caixas eletrônicos e a embaixada mais próxima. Ter clareza sobre o que fazer em situações de emergência garante tranquilidade e ajuda a manter a calma quando mais precisar.

Versão Ghibli de Munir* usando óculos de sol e uma camisa de futebol, posando com os braços abertos em frente ao Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Brasil.

Não há absolutamente nada de errado com um pouco de autocuidado! Você trabalhou duro, economizou e planejou esta viagem, então faça dela um momento seu.

Viajar é uma das melhores formas de se reconectar consigo mesmo. Só quando realmente nos conhecemos é que conseguimos enxergar nosso lugar no mundo com mais clareza.

Faça uma pausa. Durma o quanto precisar. Encha seus dias com mil aventuras… ou não faça absolutamente nada; ambos são válidos.

Se estiver viajando acompanhado, estabeleça limites claros desde o início. Assim, você evita dramas desnecessários e garante que todos aproveitem a viagem bem plenos.

Versão Ghibli de Alex, vestindo um traje de segurança de minerador, para explorar as minas da Bolívia.

Eu nem tinha ouvido falar de Boipeba, bem aqui no meu próprio país, até que o Alex me apresentou. Desde então, não consigo parar de sonhar em visitar esse pedaço do paraíso.

Sorte sua (e minha!), em breve o Alex compartilhará algumas dicas supimpas sobre Boipeba e as Cataratas do Iguaçu na seção “Dicas para a América do Sul” do meu blog.

O conselho dele é valioso: vá além do que o senso comum recomenda. Pergunte aos moradores, converse com viajantes que já estiveram lá, explore aqueles cantinhos menos conhecidos da internet. Os lugares mais incríveis de um destino geralmente estão longe do circuito turístico tradicional. E pode acreditar: os resultados vão te surpreender.

Por último, mas não menos importante:

Versão Ghibli de Gav, vestindo uma jaqueta azul e óculos de sol brancos, inclinando-se sobre sua cabeça, sorrindo em frente a uma caverna de gelo.

O Gav uma vez me disse que deveria criar um curso de segurança e, sinceramente, não poderia concordar mais! A experiência dele merece ser compartilhada.

Verificar as saídas de emergência e manter-se atento ao seu redor são hábitos simples, mas poderosos, que fazem toda a diferença. Em qualquer situação, mantenha a calma e tenha um plano para proteger a si mesmo e aos outros. Converse com viajantes experientes como o Gav, faça perguntas e aprenda pelo menos os princípios básicos de segurança durante suas viagens.

Esses homens compartilharam insights valiosos para te ajudar a planejar sua próxima aventura com confiança e praticidade. E não se esqueça: o conselho que a maioria deles deu foi “Apenas faça!”

Depois da sua primeira experiência sozinho, tudo se tornará mais fácil.

Espero que esses caras tenham te inspirado assim como me inspiraram. Agora é a sua vez: compartilhe suas experiências, dicas e aprendizados com outros homens que viajam sozinhos. Vamos manter esse conhecimento circulando e tornar cada viagem mais inteligente, segura e significativa. 💛